07 fevereiro, 2018

Informativo Nº 29 – Ano VII – Dezembro de 2017

Editorial - A Ética e o Trabalhador na Casa Espírita

Ética: estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto.

O que é a Ética senão a introjeção de padrões ou juízos de valores que determinam o comportamento de cada indivíduo na sociedade ou no grupo social em que está inserido. Dependendo do momento histórico, religioso ou moral que se encontra uma determinada sociedade, estes padrões podem estar estagnados que de modo geral podem produzir um embotamento do pensamento e da consciência individual.

Considerando ainda os padrões morais que são objetivados pela Ética é que podemos conceber o ser humano abdicando de uma liberdade absoluta (que é utópica) por uma liberdade relativa, que lhe evite sofrimento futuro. Estando esta liberdade limitada, por uma questão de ordem vivencial que é, onde acaba o seu direito e começa o do outro. Os problemas morais e éticos só interessam quando na práxis diária, ou seja, diante do antagonismo dos pares, bem/mal; bom/mau; etc. que nos levam a um posicionamento e decisão.

(Continua)

Pensamento
“A morte é o mais importante, creio que já estou preparado. Mas, antes da morte, devemos nos ocupar da vida, cada momento é único. Se dermos sentido à nossa vida, chegamos à morte com paz interior”

Reflexão
“Os Espíritas são cidadãos como os demais e tem direito e deveres no plano político, mas não tem o direito de envolver uma Instituição doutrinária nas disputas eleitorais”

Veja mais no informativo:

  • SÉRIE ESTUDO - Tolerância
  • SÉRIE DO APRENDIZ - O Perdão
  • SÉRIE MEDIÚNICA - Autocura


Leia mais em:
PAI_Informativo Dez 2017

04 dezembro, 2017

GJA - Um Pouco de História

O “Grupo de Estudo Joanna de Ângelis” em agosto completou dezessete anos de existência, e o “Projeto Amai-vos e Instrui-vos”, onze anos.
Em 2000, mais precisamente no mês de agosto, estava concluindo o ESTEM a sua primeira turma. Turma inaugural de Estudo Sistematizado da Mediunidade – ESTEM. Três anos havia passado. O grupo que iniciara com cinquenta participantes, estava naquele momento reduzida a trinta concluintes. Dos trinta, quinze nos procuraram, trazendo uma proposta, aquele horário já estava programado no dia a dia de cada um para estudo, então seria o ideal que pudesse ser criado um grupo de estudo de obras espíritas, assim manteríamos uma atividade de aprendizagem.
Para viabilizar a proposta oferecemos uma lista com dez obras importantes para o estudo do homem e a mediunidade. Em votação aberta foi escolhida a obra “Autodescobrimento” da autora espiritual Joanna de Ângelis, psicografada por Divaldo Pereira Franco.
Embora todos os grupos pareçam iguais, queríamos que este, que tomou mais tarde o nome de grupo de Joanna de Ângelis, tivesse características próprias. Propusemos a seguinte metodologia:

(1) Não haveria apresentação em forma exposição individual, mas um estudo detalhado parágrafo por parágrafo, sempre comparado com as obras básicas e subsidiárias Doutrina Espírita;
(2) O estudo poderia ser enriquecido pelas vivências dos participantes;
(3) Ao final de cada capítulo seria apresentado um resumo por um membro do grupo, previamente escolhido e;
(4) Não haveria qualquer tipo de burocracia ou de controle, os componentes teriam apenas o compromisso com eles mesmos.

A metodologia foi aprovada e funcionou, inclusive proporcionou a descoberta de valores individuais, que vencendo as inibições mais tarde passaram as lides do ensino doutrinário.
A reunião que, em princípio, seria quinzenal passou a ser semanal por insistência do grupo.
Mas a descoberta mais sensível foi quando soubemos que a espiritualidade aproveitava aquele espaço para esclarecimentos e informações a desencarnados.
Tivemos a oportunidade de estudar as seguintes obras: “Autodescobrimento”; O “Homem Integral”; “O ser Consciente Triunfo Pessoal”, “Vida Desafios e Soluções”, “Conflitos Existenciais”, “Plenitude” e hoje estamos desenvolvendo o estudo do livro “Amor Imbatível Amor”.
Até início do ano de 2006, o grupo evoluiu chegando até congregar quarenta e dois membros. Entretanto, por questões administrativas o grupo foi obrigado a se dissolver, mas não foi o suficiente para quebrar o ânimo daqueles que queriam apenas estudar a Doutrina. Algumas instituições Espíritas se disponibilizaram a nos acolher. A dificuldade era conciliar o nosso horário com as atividades daquelas Casas.
Finalmente, tivemos um apoio incondicional do Cenáculo Espírita Casa de Maria – CECAM que nos proporcionou a manutenção do horário habitual, nos fornecendo suas instalações. O grupo se desenvolveu e se mantém até hoje.
Nesse período alimentávamos a ideia de desenvolver um projeto que pudesse levar ao Movimento Espírita uma assistência técnico-doutrinária, onde a ênfase fosse dada a doutrina, independente de posturas políticas personalista. Encontramos a resposta ao meditarmos sobre o ensinamento doutrinário “espíritas amai-vos, espíritas instruí-vos”. Foi lançado o nome do projeto - “PROJETO AMAI-VOS E INSTRUÍ-VOS”
Buscando integrar o “Projeto” ao Movimento Espírita, vislumbramos a possibilidade de criar um informativo, cujo primeiro número foi lançado no dia 14 de maio, aniversário do CECAM. Para que acompanhasse a filosofia dele, buscamos ter como linha editorial produzir textos inéditos, através da compreensão e reflexão sobre as obras que alicerçam a Doutrina Espírita, independente da casa que pertençam, evitando a transcrição de obras já conhecidas e publicadas. A ideia e formarmos dentro de uma nova ótica, trabalhadores espíritas que pensam e falam da sua compreensão e não apenas repetidores das palavras alheias. Não se trata de produzir novos saberes, mas de explorar os saberes já disponíveis.
Atualmente contamos com cerca de 42 participantes.


Otavio Pereira GJA

28 maio, 2017

A apresentação referente ao tema "Dialogo, Dialogador e Animismo"

A apresentação referente ao tema "Dialogo, Dialogador e Animismo" está disponível no link abaixo.

Apresentação - Dialogo, Dialogador e Animismo